Novas adesões chegam a 1.532 em 2019

longo_prazoO ingresso de novos participantes nos planos previdenciários segue em ritmo acelerado na Fundação. Até agora, os planos tiveram 1.532 adesões no ano, a maioria no Família Previdência Associativo, plano na modalidade instituidor que permite contribuições a partir de R$ 50,00. A meta da Fundação é chegar a 2 mil novos participantes até o final do ano. “A reforma da previdência está despertando as pessoas para pensar na previdência privada como fonte de renda futura e os nossos participantes estão percebendo o Família Previdência como uma oportunidade de poupança de longo prazo, incluindo seus familiares como titulares do plano”, avalia Rodrigo Sisnandes Pereira, Diretor-Presidente da Fundação.

Segundo matéria publicada no jornal O Globo em 11 de agosto, a estimativa do setor é que 4 milhões de brasileiros devem aderir à previdência privada nos próximos cinco anos. Hoje, o setor responde por 25% do PIB do país, considerando o segmento representado por bancos e seguradoras e o segmento composto pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar, do qual a fundação faz parte. Nos Estados Unidos, a poupança previdenciária é responsável por 76% do PIB e no Chile, 70%, conforme números da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em países como Reino Unido, Holanda e Suíça, o percentual ultrapassa 100% do PIB.

As Entidades Fechadas de Previdência Complementar é uma das principais oportunidades de adesão de trabalhadores ao sistema, com a vantagem de repassar toda a rentabilidade líquida obtida pelos investimentos dos planos. Isso porque essas organizações não têm fins lucrativos. “Todo o resultado retorna para o trabalhador”, salienta Sisnandes.

Neste segmento, os planos associativos e para familiares são bastante flexíveis com relação ao nível de contribuição e às possibilidades de resgates e de constituição de reservas para aposentadoria.

Confira no simulador disponível no site www.familiaprevidencia.com.br como é possível fazer uma poupança de longo prazo.

Fundação apresenta soluções para a previdência complementar

encontPioneira no segmento de planos dirigidos aos familiares dos participantes, a Fundação participou do 8º Encontro Nacional dos Contabilistas das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, organizado pela ABRAPP e ANCEP nos dias 01 e 02 de agosto, em Porto Alegre. O Diretor-Presidente Rodrigo Sisnandes Pereira foi um dos palestrantes do painel “Planos instituídos: viabilização jurídica, possíveis modelagens, soluções de implementação e de gestão e sustentabilidade”, apresentando a experiência da Fundação com o Família Previdência.

Sisnandes falou sobre os resultados do plano e sobre as oportunidades de crescimento do setor. “A discussão da Reforma da Previdência colocou o tema na agenda das pessoas e o segmento de fundos de pensão, por não terem fins lucrativos, entregam mais rentabilidade para os participantes. Além disso, nosso segmento busca soluções coletivas para a população, através de planos setoriais que podem fomentar a previdência complementar para uma parcela maior de trabalhadores”, destacou.Para exemplificar, Sisnandes apresentou um comparativo de resultados de produtos administrados por bancos e a média do segmento de fundos de pensão. Enquanto as Entidades Fechadas de Previdência Complementar entregaram, em média, 12,14% de rentabilidade entre 2006 e 2018, os principais bancos que operam no segmento de previdência privada tiveram resultados médios de 7,68% a 9,10% no mesmo período. A rentabilidade média dos produtos administrados por bancos também ficou abaixo da média do CDI (10,81%) e, no máximo dois pontos percentuais acima do rendimento da poupança. Nos últimos 10 anos, apenas 16% dos planos de previdência das entidades abertas ficaram acima do CDI.

Em contrapartida, a Fundação entregou, em média, 12,28% de rentabilidade entre 2006 e 2018, um pouco acima da média do segmento de fundos de pensão. “No entanto, os produtos previdenciários precisam proporcionar mais do que uma boa rentabilidade, é necessário gerar experiências positivas ao participante para que ele perceba a importância de investir em seu futuro, mas que também possa contar com parte dos recursos quando necessário”, avalia Sisnandes. É por esse caminho que os planos setoriais e instituídos como o Família Previdência estão seguindo para atender à demanda das novas gerações.

Família Previdência
O Família Previdência está estruturado em um modelo flexível de poupança de longo prazo para o participante planejar suas finanças. O saldo acumulado pode ser transformado em benefício mensal a partir dos 50 anos de idade e cinco anos de vínculo ao plano. O participante é quem define o prazo de recebimento da aposentadoria, a partir do mínimo de cinco anos. Após três anos de vínculo, é possível fazer o resgate integral ou parcial do saldo acumulado. Os resgates parciais podem ser feitos a cada dois anos, no limite de 20% do montante disponível. Outra vantagem do Família Previdência é que os recursos portados de outro plano previdenciário podem ser resgatados integralmente, desde que o participante já tenha pelo menos três anos de vínculo ao Família. Todos os participantes da Fundação podem aderir ao plano e também incluir seus familiares como titulares.

“Planos mais flexíveis como o Família Previdência proporcionam mais autonomia para o participante gerenciar sua poupança de longo prazo”, avalia Sisnandes. Hoje, o Família Previdência está com 2.470 participantes. É o plano que mais cresce na entidade, com patrimônio de R$ 17,4 milhões e rentabilidade acumulada de 144% desde sua criação, em dezembro de 2010.

Rentabilidade ultrapassa 12% no acumulado até abril

politicadeinvestimentosA rentabilidade acumulada da Fundação CEEE no primeiro quadrimestre de 2016 foi de 12,56%, um bom desempenho devido principalmente aos resultados obtidos no segmento de Investimentos Estruturados, que rendeu 19,98% no período. A Renda Variável (ações em Bolsa de Valores) também teve bons resultados, acumulando 19,74% de janeiro a abril deste ano. No segmento de Renda Fixa, que representa cerca de 70% da carteira de investimentos da entidade, e composto principalmente por títulos do Governo Federal, o desempenho foi de 9,52%. A Fundação CEEE continua mantendo uma estratégia mais conservadora, protegendo a Carteira de Investimentos da Entidade para minimizar os efeitos da atual conjuntura econômica, marcada por fortes oscilações nos mercados financeiros.